Sobre a independência do Brasil… Fatos da proclamação.

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Príncipe Pedro rodeado por uma multidão em São Paulo depois de dar a notícia da independência do Brasil, em 7 de setembro de 1822.

 

Dom Pedro I não proclamou a Independência do Brasil montado em um magnífico cavalo


Na verdade D. Pedro montava um animal de carga, provavelmente uma mula, estava vestido como um tropeiro, não em uniforme militar, e os dragões da Independência ainda não existiam. A guarda de honra era formada por fazendeiros, cavaleiros e pessoas comuns das cidades do Vale do Paraíba, por onde o príncipe passara alguns dias antes a caminho de São Paulo. Além disso, uma testemunha do Grito (o coronel Marcondes, futuro Barão de Pindamonhangaba) registrou em suas memórias que D. Pedro estava com dor de barriga devido a algum alimento estragado que havia comido no litoral paulista. A cena real é bucólica e prosaica, mais brasileira e menos épica do que a retratada no quadro de Pedro Américo. Os Dragões da Independência, a guarda fardada e imponente que aparece na tela não existia na época do grito original às margens do Ipiranga.

Fontes: imagem- Wikipédia

Texto- KidBentinho 

 

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Sobre a independência do Brasil… O quadro “Independência ou Morte”.

Pintura do Grito do Ipiranga, quadro de Pedro Américo

O quadro “Independência ou Morte”, de Pedro Américo, entrou para a história como o retrato do momento da Proclamação da Independência. Mas foi pintado apenas em 1888, em Florença, na Itália, sob encomenda da Corte. O pintor, que nem era nascido em 1822, cometeu alguns exageros.

Fonte: História Digital

Sobre a independência do Brasil… O grito da independência.

Depois que D. Pedro I declarou que ficaria no Brasil, a corte de Portugal enviou outra mensagem solicitando que ele retornasse para a Europa. Na ocasião, D. Pedro estava fazendo uma viagem em São Paulo. No momento em que recebeu a mensagem, ele estava às margens do riacho Ipiranga, e mais uma vez se recuou… Continuar lendo Sobre a independência do Brasil… O grito da independência.

A Formação da Sociedade Nacional (introdução).

A questão nacional se coloca desde o início da história, no primeiro momento, como dilema prático e teórico. As guerras e revoluções de independência sintetizam-se precisamente nesse dilema. O que há de épico nas lutas simbolizadas por Tausaint Louverture, Francisco de Miranda, Simón Bolívar, José Artigas, José Morelos, Miguel Hidalgo, Bartolomé Mitre, Bernardo O’Higgins, Antonio… Continuar lendo A Formação da Sociedade Nacional (introdução).

COMERCIO DE ESCRAVOS.

Até o século XVI, o interesse dos comerciantes europeus não esteve voltado prioritariamente para o negócio de seres humanos. Ouro, marfim e outros produtos atraíam o interesse dos mercadores. As mercadorias eram então adquiridas em feitorias instaladas em diversos pontos do litoral africano. Assim, no período que se estende de 1450 a 1600, acredita-se que… Continuar lendo COMERCIO DE ESCRAVOS.

Uma Biografia feita por um ex-escravo.

Já havíamos citado antes um trecho da biografia de Mahommah Baquaqua, no post Relatos de um escravo em um navio negreiro indo em direção ao Novo Mundo., A seguir veja um outro trecho: “Que aqueles ‘indivíduos humanitários’ que são a favor da escravidão se coloquem no lugar do escravo no porão barulhento de um navio negreiro, apenas… Continuar lendo Uma Biografia feita por um ex-escravo.

Ainda Sobre os Navios Negreiros…

Dando continuidade a postagem Relatos de um escravo em um navio negreiro indo em direção ao Novo Mundo., completaremos falando mais dos navios negreiros. Com o comércio de seres humanos, um novo setor do tráfico mercantil. As proas dos navios negreiros voltam-se com toda força para o novo continente.Mal alimentados e vitimados pelas epidemias que grassavam a… Continuar lendo Ainda Sobre os Navios Negreiros…

Relatos de um escravo em um navio negreiro indo em direção ao Novo Mundo.

Abaixo podemos ver um relato de um negro seguindo rumo ao novo mundo. Esse relato esta na biografia de Mahommah G. Baquaqua, que foi o ex-escravo que passou por essa situação assim como tantos outros negros. “O Navio Negreiro. Seus horrores. ah! quem pode descrever? Ninguém pode retratar seus horrores tão fielmente como o pobre desventurado,… Continuar lendo Relatos de um escravo em um navio negreiro indo em direção ao Novo Mundo.

A Escravidão No Brasil

 Portugal tinha uma população pequena, cerca de 2 milhões de habitantes, e não poderia arcar com um investimento em recursos humanos tão grandes. Daí, portugueses, espanhóis e ingleses tornaram a escravidão um negócio lucrativo e superlotaram os porões de seus navios com negros africanos (navios negreiros) para serem vendidos nos portos brasileiros. A escravidão começou… Continuar lendo A Escravidão No Brasil

Sistema Colonial

A exploração das colonias se deve a formação do Estado Moderno,centralizado e absoluto, e também se deve  ao desenvolvimento  de uma classe de mercados que se associaram a coroa nos empreendimentos marítimos e colonizadores. Essa relação pode acontecer pelo fato de a coroa precisar de recursos tanto físicos como humanos e esses mercadores precisarem do… Continuar lendo Sistema Colonial

Curiosidade Sobre a Bastilha

“Grande parte do que se escreveu sobre os horrores da Bastilha foi uma invenção dos revolucionários. A crítica era tão poderosa que quando a fortaleza foi tomada, os invasores ficaram decepcionados com o que encontraram: apenas sete prisioneiros, nenhum condenado enterrado vivo, nenhum cadáver insepulto preso a correntes, como se dizia. As celas da Bastilha… Continuar lendo Curiosidade Sobre a Bastilha

MOMENTO DE DESCONTRAÇÃO ANTES DA EXECUÇÃO (ROBESPIERRE)

Robespierre e seu executor  Maximilien Marie Isidore de Robespierre foi um dos líderes da Revolução Francesa. Chamado de “O Incorruptível”, foi o principal teórico e porta-voz dos jacobinos, a facção mais radical dos revolucionários, em oposição aos girondistas, mais moderados. Exigiu o guilhotinamento do rei e da rainha e instalou o “Terror”, que liquidou opositores… Continuar lendo MOMENTO DE DESCONTRAÇÃO ANTES DA EXECUÇÃO (ROBESPIERRE)

A modernização Alemã

A modernização alemã, diferentemente modernização da França e da Inglaterra, ocorreu de forma mais lenta, ou seja foi uma revolução conservadora. Destaca-se como diferença das demais modernizações a presença da intervenção do estado, e também tendo como diferença a presença de uma nobreza mais participativa e preocupada  com sua produtividade, sendo assim, essa nobreza estava… Continuar lendo A modernização Alemã

Revolução Francesa.

A Revolução Francesa foi um importante marco na História Moderna da nossa civilização. Significou o fim do sistema absolutista e dos privilégios da nobreza. O povo ganhou mais autonomia e seus direitos sociais passaram a ser respeitados. A vida dos trabalhadores urbanos e rurais melhorou significativamente. Por outro lado, a burguesia conduziu o processo de… Continuar lendo Revolução Francesa.

Analise: A Revolução Engolirá seus próprios filhos

É certo que em algum momento ,em uma aula de história ou em uma conversa sobre o assunto, você já deve ter ouvido essa frase, mas oque ela quer dizer. É sobre isso que tentarei dizer. A frase completa na verdade é “A revolução é como Saturno, devorá seus próprios filhos”, e para compreende-la vamos… Continuar lendo Analise: A Revolução Engolirá seus próprios filhos

Revoluções Burguesas

Começamos nosso primeiro post do blog com uma breve nota sobre as revoluções burguesas, sem aprofundar no assunto. Revoluções Burguesas foram essenciais para que as sociedades europeias pudessem superar a monarquia absolutista. Para que possamos entender melhor as Revoluções Burguesas é necessário que o significado de burguesia seja amplamente entendido. Segundo Carvalho (2015): “[…] A… Continuar lendo Revoluções Burguesas